terça-feira, 21 de janeiro de 2025

Á Vênus

 

Ad Veneris Locum

 sub caelestis lumine

Cattleya flos sparsi 

 sacrae gratiae aurae

arborum susurri sacrum 

Regina caeli  venerata

Per flamma Brasiliae 

dea ad tropicos nata



Venus, domina amoris 

Hic locus, sacrae morae,

vitae genitrix reginae 

tibi, dea, sempiternus manet.

templum sacrum tuum est

Altar purum res divinae,

Undae clarae stellae reflectunt, 

in caelum dulces nuntii surgunt



Templo do Amor


De mármore nítido, sublime e altivo,


Ergue-se o templo, cujas colunatas


Aos céus reverenciam com ânimo vivo,


Ao amor imortaliza em essência de prata



Na penumbra, beleza respira o domo


Das róseas flores em primavera estabelecem


Cattleyas puras, que ao sopro do vento,


E com cores de ouro, de graça florescem,





 encimado de estrelas do espaço cintilante


de portento pórtico por cattleyas adornado


Em mistérios revela ao viajante que entrar ousa



Cantando a Deusa Vênus de beleza fulgurante


 E a grandeza do altar sereno e sagrado 


 Se ergue nos céus, onde o infinito repousa.




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