Ad Veneris Locum
sub caelestis lumineCattleya flos sparsi
sacrae gratiae aurae
arborum susurri sacrum
Regina caeli venerata
Per flamma Brasiliae
dea ad tropicos nata
Venus, domina amoris
Hic locus, sacrae morae,vitae genitrix reginae
tibi, dea, sempiternus manet.
templum sacrum tuum est
Altar purum res divinae,
Undae clarae stellae reflectunt,
in caelum dulces nuntii surgunt
Templo do Amor
De mármore nítido, sublime e altivo,
Ergue-se o templo, cujas colunatas
Aos céus reverenciam com ânimo vivo,
Ao amor imortaliza em essência de prata
Na penumbra, beleza respira o domo
Das róseas flores em primavera estabelecem
Cattleyas puras, que ao sopro do vento,
E com cores de ouro, de graça florescem,
encimado de estrelas do espaço cintilante
de portento pórtico por cattleyas adornado
Em mistérios revela ao viajante que entrar ousa
Cantando a Deusa Vênus de beleza fulgurante
E a grandeza do altar sereno e sagrado
Se ergue nos céus, onde o infinito repousa.
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