terça-feira, 27 de agosto de 2024

Aula de história 1 - a desigualdade na história da evolução do corpo social humano

 Houve uma época em que não sabíamos produzir alimentos direito. Estávamos refém da quantidade de chuvas, da nutrição natural do solo e das estações. E como já estudamos, a qualidade do desenvolvimento cerebral é diretamente ligada ao influxo bom de nutrientes na infância de um indivíduo. Como os nutrientes vinham de poucas fontes e produzido em condições mais escassas havia uma setorização nutricional, os poucos do topo da sociedade eram os únicos indivíduos que conseguiam uma boa variedade e um bom influxo  de nutrientes. Esse influxo e qualidade nutricional decrescia consideravelmente a cada camada social mais baixa beirando a desnutrição nas camadas mais pobres da população. No entanto vemos que foi através dessa desigualdade nutricional que também era geradora de uma desvantagem biológica, que fez com que os poucos indivíduos no qual se investia muitos recursos, por serem mais intelectualmente desenvolvidos, desenvolveram a sociedade rumo ao progresso técnico fazendo com que algumas gerações mais tarde houvessem sistemas capaz de gerar uma abundância de alimentos sem igual a todas as classes da sociedade, uma evolução coletiva, significativa e progressiva da espécie que ocorreu devido a desigualdade. Se os nutrientes fossem igualmente divididos a todas as partes da humanidade na época eles não seriam em quantidade suficiente para promover nem o saneamento da desnutrição em todas as partes de indivíduos, muito menos o super-desenvolvimento da genialidade em outros. Quando os recursos são limitados, é a distribuição desigual momentâneamente deles que promove a evolução da espécie em outro período futuro. São os poucos, na qual são investidos os máximos dos recursos escassos de suas épocas, que sempre guiaram a humanidade para uma melhora geral e gradativa no tempo. A desigualdade é amigável, desejável e amparadora. Pois é através da desigualdade numa época que podemos na geração futura já ter sanado aquela problema, assim travando batalha contra outros novos e mais fáceis de serem resolvidos. Hoje com a agricultura científica ninguém da população passa fome por falta de alimentos, mas por outras questões sociais de falta de adequação a oficios de contribuição a sociedade. Evoluímos sanando o problema através da desigualdade de recursos entre as partes do corpo social. Da mesma forma que a árvore tem que escolher qual galho receberá mais seiva para produzir a maior quantidade de frutos. A humanidade é um corpo, e nós apenas partes desse corpo. Nunca devemos por nossas pseudo-visões do indivíduo antes da grande-visão do corpo social, pois ele é sagrado, magnífico, e fonte de nossa existência.

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