E tais palavras não podem ser interrompidas depois de manifestadas pois são a força da criação condensada
quinta-feira, 26 de dezembro de 2024
O mistério da Cattleya Divina
E tais palavras não podem ser interrompidas depois de manifestadas pois são a força da criação condensada
Como lidar com primitivos
Ter sido criado no meio de seres de natureza diferente foi uma experiência curiosa, traumática, dilacerante. Nunca fui aceito em meus padrões por eles, ou no mundo deles, da mesma forma que nunca aceitei internamente também seus padrões, apesar de ter que me encontrar no meio deles. Dessa forma, ao longo dos anos desenvolvi métodos para estar com eles. Setorizei minha personalidade para ter abas diferentes as quais podia usar de acordo com a situação necessária, mudando e adaptando meu comportamento, minha personalidade, minha linguagem etc... ao sub nicho de cada mundo deles que me inseri por necessidade, para que assim permanecesse vivo nesse mundo tão hostil e diferente à seres de minha natureza. Fui por assim dizer um intruso, um infiltrado, um agente secreto, o primeiro, imigrante, colonizador.
Percebo que com o passar dos anos, como já dissera, minha inteligência foi crescendo, mesmo após a idade as quais seus médicos prenunciam a parada de desenvolvimento físico do seu aparelho de pensamento central, a qual chamam cérebro, fazendo assim com que minha consciência se abrangesse cada vez mais em todas as direções. A diferença entre eu e eles sempre foi clara para mim, desde minha infância, mas da mesma forma que minha consciência foi crescendo, a percepção dessa diferença e a percepção dessa natureza para mim também o foi. Na minha infância me considerava um deles, porém com atributos de sensibilidade ao exterior diferentes, mais aguçados. Aos 12 anos, obtive a clareza que minha alma veio de outro tipo de mundo, sociedade, de seres de outra natureza, deixando assim claro e explícito para mim o porque de tantas diferenças que ao longo de todos esses anos apenas cresciam, ainda assim me considerava um deles, de natureza semelhante. Aos 20, o abismo era mais abissal ainda, mas minha percepção era que que ainda pertencia a mesma espécie que eles, era apenas um pouco mais desenvolvido em algumas características mentais, tive a clareza que não apenas na alma era diferente, mas na mente, recebendo a informação de ser o que eles denominam superdotado, alguém com inteligência múltipla e grande ramificação de conexão neural. Aos 25, me foi enviado a informação, através de outra dimensão, de que não apenas minha alma vinha de local diferente, nem meu cérebro era diferente do deles, mas que eles, os que já habitavam aqui, não pertenciam a mesma natureza de ser que eu, apesar de habitar corpos de forma semelhantes, as diferenças era tantas, tanto físicas quanto comportamentais, que eles poderiam ser considerados seres biológicos diferentes, eles eram outra subespécie, outro tipo de animal, outro tipo de símio da família humana, oque foi um choque de realidade.
Irei abordar mais detalhadamente toda minha experiência de ser em cada uma dessas fases mais a frente, explicando suas naturezas e formas.
Os instintos dos primitivos (cérebro reptiliano dominante ) e seus modos de relação
É notável ao primeiro contato com tais seres em corpos símios a sua principal característica, a maldade
São extremamente semelhantes em modo de ser aos animais que habitam o planeta
Tanto em impulsos, quanto em modos de expressão
Nenhum cão avança em outro animal maior e mais letal que ele
Mas sim nos mais fracos, que no confronto, pela menor força física, serão prejudicados com sua força
Um cão nunca atacaria um elefante
Ele se curvaria e sairia correndo
Mas com um cão menor e mais magro
Já ataca sem a menor necessidade
Tal é o instinto de proteção de seu território e distribuição de recursos ambientais de alimentação, água e reprodução que o guia ainda totalmente
Aí está o princípio do que poderíamos denominar covardia
Causar prejudício desnecessário a outrem ao qual a força não se equipara a si nem de longe
Assim os animais desse planeta agem, utilizando da violência, não por necessidade maior, mas como forma de opressão dos outros seres, apenas para afirmar sua dominância, a única faculdade que concebem ter, o organismo físico
Tal é assim também que os primitivos agem
São covardes por natureza
alguns mais, outros menos, de acordo com as circunstâncias e grau de evolução em que se encontram
Todas as suas relações são pautadas em covardia diluída em diversas formas ( Covardia tenho como injustiça, maldade, degeneração da honra )
Assim como o cão incontido, praticam a violência desproporcional com aqueles a quem leem como mais fracos - em poder, força física, auxílio social - a si, e evitam praticá-la e são subservientes aos que consideram como mais poderosos a si. A única coisa que respeitam é o poder.
Dessa forma vi ao longo dos anos, e de inúmeras tentativas falhas, que qualquer sinal de fraqueza e exposição do verdadeiro ser de luz, ao demonstrar bondade, gentileza, independência, divindade e liberdade, perto deles, seus instintos de covardia, ao tomar tais atitudes como domináveis, afloram sem nem perceberem, fazendo com que usem, cada indivíduo com sua forma e capacidade únicas a sua classe e tipo, suas formas de ataque direto, para dominar o espírito de luz.
Percebi então, que é impossível se lidar com tal grupo de seres sem que seja através de linguagens de opressão. Há, como somos mais inteligentes e superiores, que se demonstre e reafirme poder em nossas relações com eles, autoridade, assim como se lida com um cão. Dessa forma se mostrando um oponente ( sim, não um aliado. Aliado não adianta, eles só pararão de tentar te dominar se te verem como um oponente ) forte, e difícil de ser enfrentado, só assim seu instinto é apaziguado. Infelizmente só podem se relacionar assim, ou são oprimidos, ou oprimem.
Percebi que sendo oprimido por tais instintos alheios, morreria antes do tempo, logo aprendi ao longo dos anos táticas para os oprimir e brincar com instintos deles, antes era dominado e atacado, ferido e oprimido em minha ingenuidade e natureza bondosa e cooperativa, hoje os domino, quase todos, e até me divirto com isso, criando ilusões aos seus instintos, e os controlando como cachorrinhos, desde os que necessitam da força mais bruta corporal ( todos leem e precisam disso, faz parte de seu organismo ) até os que necessitam da força social, da força intelectual e da força psicológica. Assim como os cães, só sabem existir em relações as quais dominem, ou são dominados. São como cobras, crocodilos, ardilosos, invejosos, voláteis, seus sentimentos mudam a todo momentos variando, e são dúbios ao mesmo objeto de relação.
Ao objeto a que percebem como mais fraco o sentimento oscila, e coexiste em ódio, pena, remorso, compaixão, raiva, vontade de destruição, repulsa. Já ao objeto a que consideram mais poderoso, os sentimentos são coexistentes entre inveja, admiração, atração sexual, remorso, medo e vontade de destruição.
Tal é a matiz de sentimentos interna deles, confusa, débil, morta, oscilante, maldosa, cruel, primitiva, predadora, medrosa. Vemos que é um instinto de proteção biológico ambulante, e o que domina sua natureza ainda são os sentimentos animais de proteção própria, reprodução, caça e domínio de território, assim como os outros animais que habitam o planeta, porém de forma mais inteligentes e sofisticadas que estes, adaptando tais instintos que o dominam a suas realidades culturais, sociais, econômicas, corporais, familiares e de poder pessoal.
Ou dominamos eles, ( e assim podemos nos relacionar com eles, e imperar na medida do possível, nossa natureza bondosa, plena e livre na relação ) Ou somos dominados por eles.
segunda-feira, 23 de dezembro de 2024
Não tenho mais o que falar
Não tenho mais o que falar, apenas o que sentir, e sinto, sinto demasiado, que estou em crise, em transe, jogado na sarjeta, desmerecido, iludido, transcrito, subversivo. Buscara fora de mim a natureza da realidade quando na verdade ela sempre esteve dentro. Não nas minhas entranhas, mas no meu eu, no sentido de que, Eu dou o significado dela, no sentido mais imperativo da palavra Eu que poderia existir, eu como todo, eu como tudo. Eu a significo como quero, eu dou o tom de existência dela na realidade. Não tenho mais o que falar. mas preciso falar. Eu, sou o espírito.
Methaphysica Espírita
Você disse: a questão é; o mundo é imperfeito. 1- essa imperfeição vem da corrupção da ideia de perfeição ou seja um decaimento; ou faz pa...
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AQUI SE DISPONIBILIZARÁ O LIVRO - GLORIAE MATER BRASILIAE - QUE É A COMPILAÇÃO DE TODO O MATERIAL ESCRITO NO OUTRO BLOG ANTIGO NO FINAL DE ...
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