É dado do ser humano impulsos naturais baixos que nos assemelham a nossa constituição básica animal, da onde nós saímos, pois tudo na natureza dessa realidade tem resquícios de imperfeições, de caos em sua constituição, uma lembrança do caos primordial da onde tudo surgiu no grande início do cosmos, do big bang. Entretanto tudo se agrupa em crescente ordem e harmonia, o princípio sintrópico como chamam os cientistas, se livrando cada vez mais a medida do andamento do tempo, do caos inicial. Isso é a evolução das moléculas, das formas e dos seres biológicos, o princípio de sintropia físio-químico constante.
Todos os seres humanos tem impulsos baixos, perversidades, tendências naturais diversas às animalidades, a cultura existe como instrumento bio-sócio-natural sintrópico para frear, conter e recanalizar esses impulsos, agindo para a evolução natural biológica da espécie. A cultura deveria existir para matar esses impulsos, não instigá-los ainda mais. A cultura que instiga os impulsos naturais do ser humano não é uma cultura bioética (pois não age através da ética da natureza) natural, saudável ou sustentável, vai contra o princípio de sintropia do universo. Não é cultura na verdade, é a ausência de cultura, auto-destruição, conversão ao nada absoluto, regressão. É essa a situação do ocidente atual, uma colcha de retalhos tomada pela cultura nefasta "deles". A cultura da "liberdade", liberdade com seu significado original semântico adulterado, posta na realidade como ausência de cultura, a cultura real em seu significado original. A verdade tentou emergir na Alemanha e na Itália, mas não estavam prontos para aceitá-la, estavam ainda demasiados fortes "eles" que dominavam totalmente a cultura e as instituições, e ainda dominam, por mais um curto período, pois a verdade quer se fazer no mundo.
A "cultura" deles visa em escravizar a humanidade para que tomem o poder de tudo, assim tem feito desde que os últimos bastiões que protegiam o ocidente caíram em 1945, pois não caíram apenas países e grupos políticos (que na verdade não importam em si mesmos) caíram junto todas as ideias de Verdade que os embasavam, todos os filósofos, artistas, cientistas e sábios que embasaram o surgimento desses grupos políticos e os serviam, de coluna, dando espaço para o completo monopólio do ocidente à ideologia "deles", ideologia nefasta do capital, da escravidão invisível aonde homem compete com homem, vizinho compete com vizinho, irmão compete com irmão, por tudo: por terra, por emprego, por parceiros, por bens materiais, por fantasias religiosas, deu-se espaço para o caos retornar ao mundo do homem ocidental e a toda espécie de Europa sobre a terra. Usam todas as conquistas tecnológicas obtidas pelos povos que seguiam ideologias Verdadeiras obtidas na primeira metade do XX para escravizar cada vez mais o homem ocidental, primeiro removendo todas as regras morais o deixando-o escravo de seu corpo, depois adulterando as regras das artes para deixa-lo ausente da beleza e sem beleza também sem noção de verdade. Sem verdade também sem ideia de futuro. Depois politicamente o deixando refém do estado "deles" que controla toda a força armada, a educação que reproduz na mente dos jovens ideologias falsas e os sistemas burocráticos sociais que apertam as pessoas junto ao estado "deles" cada vez mais. E por último através do sistema econômico totalmente controlado por
"eles" aonde decidem quem tem direito a ter crédito e débito, aonde tem inflação ou deflação, quanto vale o trabalho de cada povo, agrilhoando os jovens com empréstimos estudantis e os adultos com empréstimos de casas e crédito. É essa escravidão social nojenta que ensinam através da ideologia "deles" ser a liberdade! Uma sociedade desunida, desagrupada, sem valores morais e culturais únicos, pulverizada, com cada vez mais indivíduos apresentando falhas mentais através das doenças psicológicas ( pois seus corpos estão rejeitando biologicamente o sistema ), antinatural, sem estética, sem povo, sem solo, sem lar, e sem uma noção de povo ( para ser habitante ) e uma noção de solo ( para habitar) é uma sociedade que existe aonde e para que ? Eu digo... no nada.
Eu sempre fui um questionador...
Aquilo que não se pode falar perto dos outros, aquilo que é proibido, aquilo que não se deve pensar, sempre me causou curiosidade, afinal ações proibidas são facilmente entendidas do porque são proibidas, causam imoralidades e crimes em sua maioria, e assim não existe reflexão do porque de sua proibição. Mas ideias, discursos e ideologias? Porque não se pode falar uma coisa? Não que eu queira falar aquilo, ou concorde com aquilo, mas se aquela ideia é baseada em mentira, é uma mentira, ou algo errado, porque proibir falar sobre aquilo? Afinal se aquilo for uma mentira em si própria seus efeitos na realidade se aplicados serão devastadores, como o comunismo por exemplo. E logo eu que sempre fui um questionador, alguém que quer entender tudo sobre tudo, investigar a origem das coisas para analizar e criar uma imagem de sua verdade, quando ouvia que algo era feio, de mal gosto ou até raxassado em se falar ficava ainda mais curioso por aquela idea, o que pode ter de tão perigoso naquilo que os que detém o poder criam mecanismos para que aquela ideia não se propague? E ai que eu ia pesquisar mais afundo, ler e entender. Assim eu me associei a diversas ideias "avesas" e mal vistas por diversos grupos da sociedade, o comunismo, o libetarianismo, o monarquismo, e depois de estudá-las por alguns meses a fundo via que na verdade não existia bases de percepções lógicas que as formavam, logo não eram baseadas em verdades naturais perceptíveis, não eram aplicáveis, eram mais fantasia que realidade, e logo não são ideias, mas piadas, e o preconceito e a intolerância que todo o pensamento comum gera à eles é ignóbil, afinal ideias mentirosas perdem a força em si mesmas na realidade, nem que seja em dois ou 80 anos, elas caem, pois tudo que não é baseado em princípios lógicos não conversa com a realidade factual das coisas do mundo concreto.
É curioso então ao analisar como as intolerâncias surgem no nosso mundo dominado pelo sistema "deles", é passado através de propaganda nas escolas e na mídia ideologias de associação de percepções boas ao sistema social vigente, e então o resto do trabalho se faz sozinho, qualquer coisa que fale contra o sistema vigente e os valores que ele visa representar é um inimigo, e aí dependendo de como cada indivíduo internalizou a doutrinação a sua personalidade ele pode ser mais ou menos intolerante e agressivo a valores que são contrários e inimigos do seu sistema. Como disse, sempre foi uma fonte inesgotável de curiosidade à mim as ideologias, ideias e filosofias que são proibidas pelo sistema vigente. Há de se perceber algo interessante, existem formas e formas de se proibir algo. Como expliquei acima, o sistema proíbe qualquer ideologia (põe-se ideologia como conjunto de ideias) que se faz diferente de si através da simples doutrinação ideológica e deixa que os cidadãos façam o resto, confiando assim bastante em sua doutrinação como forma efetiva de bloquear na mente dos civis qualquer forma de questionamento da realidade e possibilidade de algo diferente que não seja baseado naqueles valores e naquela forma. Isso é uma forma de proibição. Mas há um sistema, uma ideologia, que tem valores tão opostos ao sistema vigente que a doutrinação ideológica o põe como algo de perigo extremo, fazendo assim que os cidadãos, principalmente os mais politizados, sintam aversão, medo e consequentemente seu subproduto, o ´ódio, extremo a essa ideologia: a ideologia fascista.
Ora, o que pode ter de tão perigoso a um sistema num conjunto de ideias se a verdade não precisa temer a mentira? .... A sua destruição.