segunda-feira, 25 de setembro de 2023

Condições de existência

Cristo Jesus discursava para os pobres condenando existência da pobreza. Em sua época a pobreza era e sempre foi causada por escassez de recursos devido a falta de técnicas humanas para exploração destes. 

Nos últimos 300 anos com a revolução tecnológica a pobreza não é mais causada por isso. Ela é causada pela gestão desses recursos adquiridos pelas novas técnicas humanas. 








Antes os recursos eram escassos, mas poucos, logo era natural que eles se alocassem mais entre alguns indivíduos que tivessem mais importância no corpo das sociedades. Hoje os recursos ainda são escassos, pois é a natureza da matéria existir em quantidades finitas, mas existem em larguíssimas quantias mais do que seria necessário para custar uma vida boa a uma sociedade com muitos indivíduos, em número saudável e harmônico, algo nunca pensado a milênios atrás. 

Logo a dinâmica da pobreza se alterou, como a dinâmica de crítica a pobreza pode permanecer a mesma? Quando Cristo disse “vende tudo” sede pobres voluntariamente para se unir a pobreza dos filhos de Deus, quando ele promove o não apego aos bens e coisas, ele não faz apologia a noção de pobreza que temos hoje que seria o sofrimento material, a escassez, a fome, a ignorância e muitas outras condições horrendas. Muito ao contrário ele sempre se afirmou contra esses estados e criticava os que tinham condições de modificar esses estados aos outros indivíduos do corpo social e não o faziam. 

Quando ele reverencia a pobreza em suas afirmações o Cristo prega a saída de um estado mental ilusório de afirmação da identidade do indivíduo em criações mentais materializadas, que seriam as formas e objetos, algo comum em todas as sociedades, um estado de ser doente. Assim ele afirma o retorno do indivíduo que está preso nesse estado ao estado de ser natural, em congruência com a natureza da existência, com Aletheia, que é ser em fusão com o criador. 

A séculos atrás uma coisa estava quase totalmente ligada a outra, existiam em suma dois patamares materiais sociais, ou se era demasiado Rico ou se era pobre, escasso. Logo suas críticas a riqueza e a pobreza se fazem nessa dinâmica social. 

Numa sociedade harmônica composta de indivíduos servindo a harmônia do criador não existem divisões de abundância material. Todos os recursos são inteligentemente divididos para suprir as qualidades individuais de todos os que fazem parte daquele corpo social. Dessa forma podendo todos viverem naquele estado que Cristo aludia, o estado de congruência, unidos ao criador. 

sexta-feira, 15 de setembro de 2023

Sexualidade hominal



Sexualidade humana não é algo inerente ao ser

Mas um instinto que é canalizado a objetos através de aprendizado e construção 

As tendências psicológicas definem para onde o ser canaliza seus impulsos cocriando em cima disso

Fantasias e pessoas são para onde comumente canalizam o impulso de reprodução animal

Usam para os fins mais criativos e impensáveis 

Todos longe do arquétipo da perfeição 

O que os afasta de si mesmos

Quando dizem que “é impossível modificar meus impulsos sexuais, eles fazem parte do meu eu” primeiro estão corretos semânticamente

Pois se identificaram com um eu primeiramente, constructo de causas e não verdadeiro eu sublime, e depois identificaram a esse eu constructo de causas baixas o pacote de ações, pensamentos e derivações mentais que chamam de impulsos sexuais. Bom o que dizer ante a isso…. Que seja feita sua vontade. 

Grudaram tão fortemente a seu eu falso o que denominam sexo, que nada mais é que o instinto animal degenerado e utilizado pela mente humana baixa e materialista, que ele realmente faz, para os que estão nessa visão, parte do seu “eu”. 

Sua cegueira os faz se identificar com um eu tão passageiro, essa personalidade mutável fruto de causas e consequências terrenas, que é como um passageiro que se agarra ao barco mesmo sabendo que uma hora ele chega ao porto de destino e termina a viagem. A viagem uma hora acaba. “Ele é louco” vocês diriam ao homem do barco. Bom…. Vocês são o homem do barco. 

Podem deixar seu corpo os dominar o quanto quiserem, e justificar suas ações subconscientemente com uma falsa identidade em personagens passageiros, nomes, locais, cidades, pessoas. Uma hora tudo acaba. E se seu eu é isso, apenas isso, você morre. Uma hora você vai experimentar a morte. Pois você escolheu isso. 

Podem educar seu corpo e o presentear, como alguém que da biscoitinhos deliciosos a seu cachorrinho amado, com as maiores volúpias e delicias sexuais, o instigar, o viciar, experimentar, criar caminhos neurais, o educar nos seus gostos psíquicos. No fundo você sabe que isso foge a natureza primordial, que é simples. No fundo você sabe que todos esses gostos, tipos, formas, padrões, identidades de prazeres carnais são modas aprendidas vindas da sociedade, modas desenvolvidas por milênios de história contribuição de almas desnorteadas que consumaram seus desejos libidicos que são frutos de traumas, atrativos e repulsivos, do campo psíquico de desenvolvimento do indivíduo da experiência terrena, coisa que não deveria sair da mente, não deveria ser consumada, pelo menos não se o ser deseja uma experiência boa nessa vida. Os desejos libidicos advindos dos traumas do ser surgem de nós provocados pela maldade contra seus irmãos. Eles devem ser tratados e curados. Quando o indivíduo resolve consumar esses desejos em vez de lançar luz sobre eles ele traz ao campo material um nó que só existia a princípio no campo psíquico. E milênios e milênios disso geraram todas as diversas deformações da relação de sexualidade a alma humana, que não pertence a matéria mas está na matéria. 





 Voa mais alto pequenino. Seja forte e tenha coragem. 

Eu lhe faço uma última pergunta. Porque o prisioneiro escolheu o pão ao invés da chave? 

Reflita sobre isso

Palavra do cisne branco

Vision

 Sinto meu ser sendo dilacerado agora. Metade de mim é alma a outra metade é homem. Um quer o elevado o que vem de cima, o outro quer o que está aqui em baixo. Impossível agradar as duas partes, o que é de um não é do outro. Quando estou em um não estou no outro. As forças de um me impelem a permanecer me identificando como homem. As forças internas me impelem a abandonar minha identidade prévia e me tornar aconchegado em Deus. Meus conterrâneos diram que estou enlouquecendo. É nos santos da história que achei relatos dessa experiência compartilhada por eles. E no primeiro santo vejo o início de tudo isso. Jesus. 




quinta-feira, 14 de setembro de 2023

Beleza Grega

O sol da beleza brilhava entre os hellenos

Algo sempre me atraiu pelas estátuas deixadas pelo império helleno. Não sei exatamente o que, se são suas expressões sérias como pertencendo a outra realidade, a outro mundo. Seus semblantes arraigados. Suas pontes nazais ligadas a testa. Sim, acho que são seus narizes. 






Os rostos misteriosos apáticos. Parece que estão pensando sobre alguma outra coisa. Não estão ali. Digo, não em corpo. O corpo se faz magnificamente presente na encarvatura em rocha. O que não está ali é o pensamento. Eles sempre estão pensando sobre outra coisa. Logo o artista conseguiu retratar na pedra não só algo material como um corpo, o que ja o é digno de perícia máxima, mas algo imaterial também, um processo de pensamento daquele ser, sua personalidade, a natureza de uma alma. 


Se trazidos em cor o semblante grego se mostraria assim:


Reconstrução de pintura com base em ultravioleta. Com os equipamentos conseguem maestralmente ver as cores exatas utilizadas a dois mil e trezentos anos atrás que o tempo conseguiu apagar. Vejam que a mulher idealizada hellena não se parece em nada com uma europeia moderna, pelo menos com a maioria, pois não é como os dois grupos ideológicos de hoje que disputam o poder anseiam em dizer por “europeia”, pois não existe uma etnia “europeia” ou “branca” a não ser a criada por ideologias ao longo desses últimos três séculos. 
Hoje em dia na modernidade seria considerada “branca europeia” pelos dois lados ideológicos políticos, os supremacistas brancos, como os próprios nazistas o fizeram, a chamaria de “branca” com orgulho, tentando abarcar os feitos de seu povo aos seus, os progressistas a chamariam de “branca” como uma forma de banalização de sua cultura e de su povo. 




Aonde esses traços se parecem com uma alemã desde as mais banais até as mais belas? Esses traços crânio-faciais não são encontrados facilmente em alemães da mesma forma que não são encontrados em nenhuma etnia caucasiana. Talvez mais nos turcos, ainda assim devido as migrações árabes os turcos perderam os cabelos e os olhos claros que são genes recessivos apesar de manterem muito da estrutura craniano hellena. Ainda assim sua familiaridade genética com o povo nórdico ainda mais germânico é pura propaganda. Se formos usar familiaridade genética voltando no tempo na escala evolutiva aonde os ramos se dividem podemos dizer que os hellenos também são familiares genéticamente das bactérias. 



Apesar se assemelhar em alguns traços com outros povos da região da eurásia é perceptível que os hellenos eram uma etnia a parte assim como existem diversas etnias comumente chamados de “brancos” por leigos e ignorantes que habitam diversos locais da europa e tem culturas de organização sócio-individual distintas. Os traços hellenos são quase únicos, uma combinação impar que só existiu em larga quantidade nesse período da história nesse povo específico, traços perdidos no tempo, encontrados em poucos indivíduos por acaso hoje em dia pelo mundo com a diluição de seu sangue e os acasos da loteria irônica genética. 




Nariz ligado a testa com uma ponte nasal altíssima, olhos grandes e multicoloridos, maxilar suave e curvilíneo quase não aparente por uma camada de gordura localizada nessa região, boca pequena e delineada como se fizesse biquinho, cabelos encaracolados, seriedade de traços. O contraste causa ao cérebro do observador quase que uma atração ao impossível, um paradoxo facial. Alguma coisa não parece certa nessas faces, mas ao mero vislumbre não se mostra o porque. 






Um estudo mais aprofundado percebe que esses traços faciais são paradoxais. Um nariz marcado e afilado que constrasta com um queixo redondo e sem definição quase como o de um bebê. Linha reta e linha curva. Pelo realismo extremo na técnica de escultura o cérebro interpreta como uma face real, mas não ve que aqueles traços se observados com clareza são lúdicos, frutos de junções imaginativas de artistas das mulheres e homens da sua época de forma exagerada ou focada. Não são muitas vezes realismos factuais, o realismo está apenas na técnica de escultura, por isso se trataria mais de um idealismo. Seria na mesma forma que no futuro pegassem as fotos para advertisings da Chanel de kim kardashian todas editadas e cheias de maquiagem, ângulos internos e poses para aumentar certas partes e diminuir outras e dissessem que isso era a mulher do século vinte um na era do império estadunidense. Da mesma forma não podemos dizer que seria um tipo de arte irreal. Não é irreal nem realista. É idealista. 



Pouquíssimas pessoas no mundo contemporâneo detém ainda esses traços faciais sendo difíceis de achar até entre europeus, que dirá na América. O espírito helleno se perdeu no evoluir das eras e seu sangue se degenerou. Sem contar que mesmo naquela época, do grande império de Alexandre Magno poucas pessoas deveriam ter esses traços a ponto de serem retratados em estátuas. A elite da beleza até para a época. O artista se inspirava na beleza dos mais pujantes para retratar suas faces como Deuses, mitos e coisas a parte, coisas de outro mundo. 

Tudo tem simetria no semblante grego, o rosto é pura matemática. Esse fascínio que as feições gregas geraram nos Romanos e depois do renascimento cultural nos Europeus em geral foi cunho de muitas teorias racistas e de pseudo-darwinismo social como os diagramas de Petrus Camper 




O prognatismo mandibular quase nagativo, a testa frontosa, a cabeça grande redonda da beleza grega indicaram a serviram de embasamento para dizer que os Deuses, as representações dos melhores humanos da Grécia antiga, tinham cérebro maior e seu formato de crânio era para onde o ser humano devia rumar, pois mais cérebro indicaria uma maior inteligência, racionalidade, humanidade. Quanto menos semelhança com os animais mais evoluído seria o espírito daquele povo, e os gregos eram os menos semelhantes aos animais de todos




A beleza grega é sublime pois é anti-animal. não da para olhar para um semblante grego e relembrar de forma alguma um primata, coisa que é possível em todas as etnias até as europeias que se dizem “puras” como os alemães, nórdicos ou russos, todos lembram em algum traço mínimo sequer que o ser humano é um macaco evoluído, não os helenos, eles nos fazem ver que o ser humano verdadeiro quando alcança seu potencial não se assemelha em nada com nenhum macaco, mesmo que o cérebro procure semelhanças fisionômicas é impossível associar suas figuras a animais e tudo que advém deles como a sensualidade, a agressividade e o poder. As estátuas gregas são não sendo. 


Não digo que não é bonito (pois existem entes belos e feios de todas as etnias), mas ainda assim podemos ver traços animais em suas feições cranianas. E ressalto a raça ariana pois é a mais orgulhosa em afirmar “superioridade” devido a sua distância estética maior entre os traços animais, ora um orgulho indevido, pois distância maior não indica comportamento maior, nem dobra dos sentidos maior, muito menos distância alguma. Ainda assim olhando para o rosto dos mais belos arianos como esse da imagem exemplificado conseguimos imaginar que aquela pessoa pode cometer atitudes “humanas” ou na verdade mais afirmativas de denominar “animais” como sexo, coito, destruição, luta, dominação, disputa por poder, embriaguez ou qualquer outra atividade comum de controle do corpo sobre o espírito. Suas feições cranianas ainda passam algo de Animal nem que pouco. Esse efeito não ocorre quando olhamos para o semblante grego pois sua forma doce e suave passa uma pureza infantil, seus olhos profundos e sem expressão passam a transcendência do mundo animal, seu nariz ligado a testa e monolítico em bloco passa uma ligação do ar direto a mente, uma austeridade, uma lucidez quase intuitiva. Ele transcendeu, é isso que vemos quando olhamos para um semblante helleno. 


Nariz junto a testa, cabelos encaracolados, olhos pacíficos que contemplam outra realidade. Diferente da percepção de beleza da minha sociedade aonde os maxilares devem ser marcados com ossos proeminentes suas mandíbulas são curvas, suaves e afáveis como uma maçã redondinha e vermelinha, o contraste dessa suavidade com o nariz afilado e retilíneo quase como uma faca afiada, uma linha reta no meio da face, causa um contraste desafiador de não ser olhado, implorando para ser entendido. E isso estamos falando apenas de um nível de complexidade dessa escultura, o rosto. 


Como os baixos vis de minha época podem clamar que isso é apologia a gordura? Aonde está a gordura? Tudo que vejo nos corpos femininos idealizados das helenas é carne e curvas. Seu abdômen tem marcas de divisão o que indica um baixo percentual de gordura corporal, ainda assim é o corpo de uma mulher, voluptuosa, curvilínea, vaso. 


Muitas das estátuas são cópias romanas ou representações neoclássicas recentes de 5 séculos do ideal grego de beleza. Mas como os próprios hellenos se representavam? Aqui estão algumas bonecas hellenas originais, feitas para decoração de casas da época retratando mulheres em afazeres do dia a dia de forma idealizada. 


Vemos que não houve erro de tradução na retratação por parte dos romanos nem dos recentes neoclássicos. O rosto é o mesmo, nariz afilado ligado a testa, olhos profundos, boca pequenina, queixo pequeno e mandíbula suave. Cabelos que vão do castanho claro ao loiro e olhos coloridos. Realmente a genética dos povos helenos daquela época deveria ser um tanto diferente dos povos que habitam aquela região hoje depois de diversas migrações, guerras e ocupações. 


Todas elas me lembravam algum rosto familiar. Pensei, pensei… ai me lembrei aonde havia visto aquelas feições tão únicas. São as mesmas feições da Monalisa de Da Vinci e de São João Batista do mesmo. Seria ele um revivalista helleno de alguma escola de mistérios que pintava os ideias como forma de mensagem subliminar? 








É interessante notar como na época do neoclassicismo que teve seu auge no século dezenove, depois da exploração dos destroços das cidades gregas da antiguidade, o padrão de beleza europeu da época se tornou algo que semelhante a civilização hellena. A beleza das estátuas gregas redescobertas foi tida como algo de outro mundo, exótico e ao mesmo tempo deveras familiar uma civilização idealizada e romântica, perfeita para a época dos sonhadores, poetas e fantásticos que foi o século XIX. Vemos que as mulheres elevadas ao padrão de beleza da época, as beldades, tinham traços semelhantes aos das estátuas gregas, eram curvilíneas, com um percentual de gordura facial maior que a maioria, olhos claros e feições apáticas.








 Apesar de repartir seus cabelos ao meio e comer em demasia nunca chegaram a parecer com a forma idealizada de uma bela Deusa hellena. 


Podemos através dos neoclássicos do XIX que se dedicaram tanto a copiar e usar a civilização hellena como inspiração estética entender mais do perfil grego, vejamos nas suas esculturas de horloges, uma peça decorativa que consiste num relógio decorados com esculturas de metal revestido de ormulu dourado. 







Há algo de curioso quanto a representação dos papéis de gênero na beleza na civilização Hellena. Diferente da civilização moderna aonde as características sexuais secundárias exacerbadas cumprem papel crucial na construção e interpretação da figura humana bela ( características ja científicamente provada de uma sociedade urbana e densa ) na civilização hellena os traços sexuais secundários não são tão valorizados, pelo menos não os mesmos que os nosso, nem da mesma forma que os valorizamos. Há um constante apelo a andróginia singela na representação humana na arte. Quando não se trata de um Arquétipo extremamente feminino / masculino como uma Deusa específica ou um herói específico por exemplo, vemos que os artistas gostavam de misturar os traços masculinos de femininos, o que para os hellenos era uma forma de representação da harmonia de evolução da alma. 
Vemos figuras femininas com queixos desproporcionais e narizes sempre retangulares e fortes, da mesma forma que vemos figuras masculinas com definições de maxilar curvos e suaves além de cabelos longos num estilo de “mullet” que era a moda naquela sociedade. Essa mistura e elevação de uma androginia meramente estética as figuras humanas demonstra a relação da casta intelectual artística do império helleno com a noção de gênero e sublime. 




É homem ou mulher? Só podemos dizer pelo corpo, pois o rosto é incerto


Mesmo rosto, apenas sabemos diferenciar os personagens pelo cabelo e pelo maxilar um pouco mais proeminente do personagem masculino

Pelos padrões de hoje esse homem seria considerado feminino pelo cabelo e pela falta de barba. 

Mulheres? Ainda assim de rostos brutos e nada feminos


Para os hellenos a beleza estava ligada a harmonia de extremos. Logo um rosto demasiado bruto num homem ou demasiado frágil numa mulher estava ligado ao espírito que além de sua natureza corporal ainda pende personalisticamente para um lado só, logo uma desarmonia. A beleza sublime e idealizada pelos filósofos era a beleza da harmonia, a beleza pregada pelas escolas de mistérios de união de opostos, e isso estava ligado a sua idealização de beleza facial também. 


A beleza grega hoje














Methaphysica Espírita

  Você disse: a questão é; o mundo é imperfeito. 1- essa imperfeição vem da corrupção da ideia de perfeição ou seja um decaimento; ou faz pa...